QUEM NÃO FAZ….

Grêmio e Criciúma…

O que dizer sobre este jogo, ainda mais depois de resultado tão frustrante?

Bom, para começar, uma breve análise do adversário: Com todo o respeito que me cabe a instituição (e não falo da boca para fora), o time e o clube não são de 1° divisão…. nunca foram! Estão na 1° divisão, com todos os méritos e despencarão para a série B com todos os deméritos. Estão rebaixados, só falta fechar o caixão. Ponto final.

Pois, assim, minha análise do Criciúma se encerra aqui! Não há mais o que dizer.

E, é isto que frustra e incomoda a nós Gremistas.

Tivemos, logo no início do jogo, duas oportunidades claríssimas de abrir o placar e, por conseqüência, liquidar o jogo. Este é o tipo de jogo que um gol abre a porteira da goleada. Mas, como bem me ensinou meu pai, quem não faz… leva. Ditado velho, batido e antigo, mas sempre atual, sempre verdadeiro.

No meu artigo anterior, disse que precisávamos de “força, velocidade e uma pitada de sorte”… Pois, foi tudo que estávamos tendo nos jogos anteriores e tudo o que não tivemos ontem. Mas, porque isto aconteceu? Por qual razão?

Há muito tempo defendo a idéia que Elano e Zé Roberto “matam” o meio de campo do Grêmio. Eliminam grande parte da força de marcação e toda a velocidade. Não quero e não vou analisar as razões que levam a este desempenho tão ruim de ambos pois, acho que não seria bom para o Grêmio e para os atletas (que são sob certo aspecto patrimônio do clube). O que para mim é fato é esta lentidão, esta falta de explosão, esta falta de velocidade, esta falta de vibração.

“Tiago, mas e o Barcos?”, podem me perguntar. O Barcos não está jogando nada! Nada! Erra TODOS os lançes. Pura verdade, aliás, atualmente, ele até cria contra-ataques perigosos para nossos adversários. Mas outro fato inexorável é que vínhamos ganhando com ele em campo – apesar dos pesares. Um banco para ele era uma bo. Poderia  arejar as idéias, descansar as pernas e arrumar o tapa-olho.

No mais, temos de retomar a marcação, a força e a velocidade no meio de campo. Sem terra arrasada, sem crise! Futebol brasileiro, atualmente, é decidido nestes quesitos: força, velocidade e bola parada… exatamente onde paramos ontem.

Saudações Tricolores

Tiago Meneghetti Brum

Conselheiro do Grêmio e Sócio do Grupo Grêmio Imortal

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